VGV alcançou R$ 4,1 bilhões na primeira metade de 2026, com avanço de 18% frente ao mesmo período de 2025
Impulsionado pelo MCMV/padrão econômico e pelos compactos, o mercado imobiliário de Curitiba registrou 6.370 unidades vendidas no primeiro semestre de 2026, alta de 39% frente ao mesmo período de 2025. O levantamento da GeoBrain, apresentado pela ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras), abrange exclusivamente a capital paranaense, conhecida pela boa qualidade de vida e excelência em planejamento urbano.
Curitiba combina esses atributos sociais a uma estrutura macroeconômica altamente competitiva, ostentando um dos maiores PIBs municipais do Brasil e uma taxa de desemprego consistentemente inferior à média nacional.
A cidade se destaca como um vibrante hub de negócios, tecnologia e inovação — impulsionado pelo ecossistema de ponta de suas universidades (como UFPR, UTFPR e PUCPR) —, além de abrigar a Cidade Industrial de Curitiba (CIC) integrando um forte polo automotivo e logístico. A capital atrai altíssimo capital humano por seu influente setor de serviços avançados e indústria de alto valor agregado.
A integração entre mobilidade urbana referência, sustentabilidade socioambiental e robustez econômica garante à Curitiba constante atração de investimentos, consolidando um ambiente altamente propício e dinâmico para o mercado imobiliário local.. A a taxa trimestral de vendas sobre oferta (VSO) chegou a 23% em junho de 2026, ante 17% em junho de 2025, desafiando um cenário de juros altos.
O estoque caiu 5% em relação a dezembro de 2025, para 11.754 unidades, mesmo com o aumento de 32% nos lançamentos frente ao primeiro semestre de 2025. Em conjunto, esses indicadores reforçam a leitura de um mercado em crescimento.

